segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Me abrindo pro novo, ou não...

Cansei se esperar por atitudes, mandei ele pastar e fui tentar ser feliz. E não é que pela primeira vez eu consegui fazer uma escolha certa? Não é que conheci um cara legal?

Vamos começar. Estou tão empolgada...
Fui tudo muito estranho. Eu o "conheci na balada" (aquela em que o namoradinho de telefone disse que ia e não foi), nossa e quanta sorte eu tive, pois eu havia passado seis meses na faculdade olhando pra ele e quando vejo, ele vem puxar papo comigo, vem conversar comigo com o intuito de provar que não era gay devido uma piadinha idiota que eu fiz quando estava "alegre"... Ele então pediu meu telefone. Nossa! Ponto pra ele. E disse pra eu add. no orkut e todas essas tecnologias que parecem alongar a distância. Mais um ponto.
Mas, um pontinho a mais pra ele, ele mora tão pertinho de mim.
Ele fala fofinho no msn, mais um ponto.
Ele foi na minha casa, pra dizer pra eu parar de enrolar ele. Pára tudo. Há essa altura do campeonato ele já ganhou todos os pontos comigo.
Ele ri engraçado, a voz dele é música aos meus ouvidos, o toque dele é divino, os papos são os mais divertidos, os gostos são totalmente diferentes e tão complementares ao mesmo tempo, ele é todo educado e todo respeitoso (até demais, se é que me entendem), tem um beijo divino. Há o beijo, eu tenho que comentar do beijo, até hoje eu só encontrei 2 pessoas no mundo onde o beijo se encaixasse perfeitamente com o meu, então, não preciso comentar mais nada. Ele tem as mãos quentinhas, ele tem um jeito de olhar tão diferente, ele tem a perna machucada (piada interna haha), ele não é nada meu, mas minha família já o adora, porque ele é o louco que aparece no meu portão com a perna toda machucada só pra ver como o meu cabelo fica cacheado.

Eu não sei, juro, não sei o que está acontecendo comigo. Eu não posso empolgar novamente, eu não posso me deixar envolver porque um louco apareceu do nada da minha vida e fez meus dias serem melhores.
Vejam só, já estou escrevendo igual essas bobinhas apaixonadas. De jeito nenhum, isso não é pra mim.
Me aparece então esse texto, que parece dizer exatamente o que eu sinto:

Eu tenho medo de acreditar em você, de te desejar tanto tanto e acabar descobrindo que eu ainda tenho um coração e que ele ainda pode amar muito alguém. Não, eu digo a mim mesma, eu não vou me apaixonar e nem desejar saber tudo ao seu respeito, querer conhecer seu pai e ser apresentada aos seus amigos.Você não sabe, mas quando eu chego em casa eu repasso cada palavra que você disse, cada gesto que você fez, cada beijo seu e me pergunto se vale mesmo a pena... (devo o autor)

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